quinta-feira, 21 de abril de 2016

Exercício de Hoje: ACOLHER

Acolher é aceitar 
– não resistir, somente Aceitar
Abrir-se Permitir Soltar-se
Deixar ser como parecer ser 
- Corajosamente, não interferir!



Hoje é um dia para exercitar a coragem da Permissão.

A tudo hoje eu permitirei à vida se mostrar.

Deixarei ela me conduzir, evitarei definir um rumo, evitarei controlar.

Somente Acolher - a tudo que acontecer, direi Sim.

‘ACOLHO ACEITO CONFIO, EM PAZ PERMANEÇO’


Quando o peito aperta, a respiração trava, a tristeza se faz presente, a raiva sufoca, a mágoa pressiona, a desesperança aniquila, é tempo de ajoelhar, prostrar-me à Terra, entregar-me e aceitar humildemente que nada sei, permitir que entre a Luz nesta minha rendição! Acolher o que vier - lágrimas, dor, desamparo, carência – neste momento não existe espaço para compreensão alguma.



É na entrega absoluta de controle que eu permito que a Reparação aconteça – permito que o Divino se manifeste e me coloque novamente no Caminho, em sintonia com os meus propósitos de alma. Só é preciso um instante para o milagre acontecer. Um instante de Entrega, um instante de Presença, um instante de total Comunhão. Nesse instante santo a Perfeição Divina encontra ressonância e reverbera em mim e em tudo a minha volta.

Hoje eu acolho que nada sei, que não tenho necessidade de saber e que tudo o que acontece surge como uma oportunidade para saber mais sobre quem eu sou. Vou observar minhas reações e evitar reagir, vou desistir de qualquer análise ou julgamento sobre o que acontecer.

Essa parábola de Buda ajuda a compreender que nunca há necessidade de reações, de confrontos, de brigas ou discussões. Compreendi com ela que reagir às situações era um equívoco que eu precisaria abandonar o ímpeto de reagir, para prosseguir mais eficazmente em meu propósito pessoal evolutivo:

Buda estava sentado embaixo de uma árvore falando aos seus discípulos quando um homem se aproximou e lhe deu um tapa no rosto. Buda esfregou o local e perguntou ao homem:
- E agora? O que vai querer me dizer?

O homem ficou um tanto confuso, porque ele era acostumado a insultar as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era nem uma coisa nem outra; ele não ficou com raiva nem ofendido, nem tampouco foi covarde. Apenas foi sincero e perguntou: "E agora?" Não houve reação alguma da sua parte.

Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:

- Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda, guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.

- Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas você está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma ideia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa ideia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender?

Se vocês refletirem profundamente, continuou Buda, ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.

Há momentos de grande intensidade em que a linguagem é impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: "E agora?"

O homem ficou ainda mais atordoado e confuso! Foi para sua casa e naquela noite não conseguiu dormir.

Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:

- E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem.

O homem olhou para Buda e disse:
- Perdoe-me pelo que fiz ontem.

- Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.

E você também é outro, continuou Buda. Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado. Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.

Trecho baseado no livro Intimidade: Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros / Osho – São Paulo, Cultrix, 2006

‘ACOLHO ACEITO CONFIO, EM PAZ PERMANEÇO’


Lucy Strada - www.psicomatriz.com.br

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Exercício de Hoje: ACEITAR


Hoje, a tudo que acontecer, a tudo o que eu olhar, 

a tudo o que eu precisar fazer, irei Aceitar. 

Nada além de Aceitar.

Vai acontecer o que precisar acontecer. Sem julgamentos, sem críticas.

Por mais incoerente que pareça ser, hoje eu Aceito que tudo está bem.

‘EU SOU A PLENA ACEITAÇÃO DA VIDA COMO PRECISA SER’



Na maioria das vezes, meu primeiro impulso ao me sentir injustiçado é comentar o ocorrido, para um ou dois ou até mais de meus familiares, chamar um amigo para contar. Repetir o equívoco tantas e tantas vezes parece que alivia o sentimento incômodo – dizem as pesquisas que podemos multiplicar o inconveniente para uma média de 10 pessoas até.

Neste ciclo de reclamações e opiniões divergentes, mais intensamente essa situação é reforçada quando mentalmente as pessoas passam a visualizar o que estou reclamando e com isso toda a energia pesada que ela carrega se propaga no mundo.

Imagine agora quanto mais estrago não acontece com aquela reclamação repetitiva que já me acostumei a fazer, seja sobre o tempo, a temperatura, o trânsito, o lixo, o vizinho, a economia, a política e todo o resto que sai facilmente da boca em conversas informais, algumas vezes só porque não tem mais do que se falar. Sabe aquele momento amedrontador quando se percebe que os assuntos vão acabando e o silêncio ameaça aparecer? Na grande maioria das vezes perdemos aí a oportunidade de gerar silêncio!


O exercício de hoje é de Aceitação! A tudo hoje eu irei Aceitar.

Contudo, aceitar não é suportar nem se submeter. Quando eu suporto ou me submeto há resistência interna, e isso gera ainda mais sofrimento, reverberando em tudo à minha volta. Aceitar é acolher, observar internamente onde o que acontece engata e ainda assim permanecer em paz. Evitar o impulso imediato de reclamar. Olhar para a situação e não se envolver com ela.

A tudo hoje eu irei Aceitar. Hoje não irei me identificar com nenhuma emoção. Vou olhar, dar um passo para trás, respirar, aceitar, como uma cena de filme que eu assisto e que talvez não me pareça muito agradável. Mas vou lembrar que é somente uma cena desse filme que eu já venho assistindo há algum tempo, não vou dar muito significado, é uma cena secundária em que não preciso demandar muita atenção. Vou Aceitar e retornar para o meu centro.

Quando eu Acolho e Aceito, inicio o processo de desapego que dá origem instantaneamente ao Amor e de forma tão sutil quanto intensa, se realiza em mais um Passo Adiante nessa caminhada evolutiva.

Render-me de modo incondicional ao que quer que aconteça na vida revela maturidade emocional, porque não permito que o que acontece no mundo venha interferir naquilo que Eu Sou! É interessante Observar os resultados a partir dessa Aceitação incondicional.

Por mais incoerente que pareça ser, hoje eu Aceito que tudo está bem.

‘EU SOU A PLENA ACEITAÇÃO DA VIDA COMO PRECISA SER’

www.psicomatriz.com.br - www.harmonizare.com.br - Lucimara Stráda

domingo, 12 de julho de 2015

HO'OPONOPONO - uma Versão modificada para experienciar a Cura

Ho'oponopono é uma ferramenta excelente de mudança! Os resultados são fantásticos e a vida muda de forma linda e efetiva!

Experimente essa Versão abaixo, modificada da versão original, e observe as mudanças favoráveis de Cura, Transformação e Prosperidade.




Passo 1)
- Centre no seu coração e conecte-se com o coração da outra pessoa (ou situação que está atrapalhada) e repita mentalmente ou em voz alta:
- Sinto Muito
- Por favor, Me perdoe


- Vá repetindo essas afirmações até sentir que a energia do perdão esgotou o barulho da conexão - não precisa compreender ou aceitar mentalmente - observe o que acontece, o que sente, as imagens que vem à mente, só observe, não se apegue, não reprima, continue repetindo... Sinto Muito, Por favor, Me Perdoe...

Você vai sentir a conexão entrar em uma frequência mais refinada e leve! Fique atento às suas percepções internas, você vai saber quando entrou no coração e liberou o espaço onde antes existia o equívoco!


Passo 2)

- A partir do momento que sentiu no coração que o perdão liberou a conexão entre você e a pessoa ou você e a situação atrapalhada, altere a repetição das afirmações para:

- Eu Te amo
- Muito Obrigado ou Sou grato


- Vá repetindo também, mentalmente ou em voz alta, até sentir que a energia de gratidão banhou tudo e preencheu o espaço onde antes existia o equívoco - novamente, não se apegue ao que sentir - vá repetindo Eu te Amo, Muito Obrigada infinitas vezes.

- por último, lembre-se de imaginar abrindo a janela e soltando a pessoa (ou a situação que antes estava atrapalhada) para a Luz conduzir o processo de Bênçãos para todos os envolvidos. Soltar faz parte do processo de cura!



Essas afirmações limpam memórias e curam, transformam a vida e a outra pessoa ou situação. Em poucos dias, você vai se surpreender com o que vai acontecer!

Gratidão, sempre gratidão - a vida é bem mais leve com amor.

Se sentir vontade, envie o seu relato das mudanças por e-mail: harmonizare@gmail.com
Ou me adicione no Facebook como Lucy Strada

Quando compartilhamos luz, o mundo se ilumina um tanto mais!

Amorosamente, gratidão pela conexão.


Lucimara Stráda
www.psicomatriz.com.br

domingo, 7 de junho de 2015

2015 - um ano de Cabra de Madeira



Depois de um ano de Cavalo (2014) em que se troteou adiante, coiceando algumas pessoas ou situações, derrubando barreiras, saltando obstáculos .... 2015 surge como um tempo para apaziguar, acalmar, acolher, amparar. Faça as pazes, pare de discutir e argumentar, aceite o cenário, observe Se, não se Apegue, mantenha Se presente Aqui e Agora!




Cabra de Madeira como signo regente deste ano de 2015.

Um ano com excelentes potenciais de amorosidade, sensibilidade, feminilidade e vinculação emocional. Um ano calmo e tranquilo se nos posicionarmos com amor, simpatia e compreensão - um ano desafiador para acolher os próprios desejos do coração!

Um período em que vamos nos perceber mais intuitivos, sensíveis, empáticos, voluntariosos, com certa dificuldade de enfrentar os problemas mais concretos, podemos nos exasperar com a rotina de nossa vida e buscar vencer as dificuldades através da resistência pessoal via inflexibilidade de opiniões. Atenção, pois este também é um período com tendência à depressão, ao pessimismo, à melancolia e à vitimação. Abra mão de jogos emocionais!

Decida Se pela Paz no Coração, desapegue-se das expectativas do 'outro'.


Feminina, elegante e também teimosa. Sensível, corajosa, mas inflexível. Amorosa, acolhedora e por vezes, muito dependente. Resistência para vencer as dificuldades e muita determinação frente aos obstáculos. 

O rebanho lhe traz segurança emocional, o pastor lhe conduz pelo caminho mais seguro! Precisa se sentir protegida e amada, fazendo o possível para manter tudo na mais santa paz, mesmo que para isso tenha que evitar situações de confronto e abandonar seus próprios desejos.

Cuidado com vitimações e jogos emocionais. Não berre e também não se submeta, não atenda as expectativas do 'outro' tão somente para evitar lidar com indisposições externas. Permaneça atento às próprias emoções para não adoecer.


Você vai sentir as influências ainda mais intensas se também tem CABRA no mapa: - - se nasceu a partir de fevereiro dos anos de 1931, 1943, 1955, 1967, 1979, 1991 ou 2003 - ou se faz aniversário entre 5 de JULHO a 8 de AGOSTO.

Aprenda a lidar com essa energia de entrega - o ano será fantasticamente amoroso - descubra Se nessa jornada, transforme o seu estado mental e perceba as bênçãos que chegam através de novas oportunidades.

Lucimara Stráda
www.harmonizare.com.br
www.psicomatriz.com.br

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Não é preciso esforço algum!



Não é preciso esforço algum, 
mas Intenção comprometida com o processo de Cura.


Não é preciso esforço algum, 
mas Abertura e Confiança absoluta na Cura.


Não é preciso esforço algum, 
mas Coragem e Permissão 
para manifestar uma nova realidade de Luz.


www.harmonizare.com.br - www.psicomatriz.com.br

O passo adiante é para Dentro






Sair da vitimação que eu assumo frente à vida exige coragem e é só no meu tempo certo mesmo que esse Passo Adiante acontece!


- sabendo que eu só posso ir adiante quando o passo é Para Dentro de quem Eu Sou.


Porque a vida é assim mesmo - uma grande caminhada pra dentro para nos Autorizarmos a sermos mais felizes!

www.psicomatriz.com.br

Receita para manifestar Milagres

Milagres somente podem se manifestar quando nos colocamos em uma posição de Abertura e Rendição , e quando, corajosamente, desistimos de ten...